segunda-feira, 26 de março de 2012

Copa 2014, Obras começam a dar forma ao novo estádio Verdão; veja fotos

RUMO À COPA DO MUNDO | 26/03/2012 - 10:58

 

José Nascimento.


Aos poucos, as obras na Arena Pantanal, no bairro Cidade Alta, em Cuiabá, começam a dar forma ao novo estádio Governador José Fragelli, que custará R$ 433 milhões. Está sendo construído para a Copa-2014. A empreiteira responsável diz que 43% do projeto estão concluídos. O novo Verdão vai ficar pronto em dezembro de 2012 e receberá 4 partidas do Mundial. Imagens mostram as obras no estágio da colocação de estruturas metálicas, que receberão os anéis de arquibancada. Trabalham na construção 600 operários. O estádio é projetado para até 43 mil pessoas, com arquibancadas e cobertura desmontáveis.

Operários começam a colocar estruturas metálicas e vão dando um novo visual às obras do novo estádio Verdão, em Cuiabá
Fotos: Edson Rodrigues/Secopa

Disputa em Cuiabá deve ficar polarizada entre empresários

 

O quadro à sucessão em Cuiabá começa a se afunilar. A 3 meses das convenções e a 6 da votação nas urnas para escolha de prefeitos e vereadores, arrisco alguns palpites, considerando conjecturas e tendências. Tudo indica que teremos ao menos 3 candidaturas fortes, lideradas por Mauro Mendes (PSB), Dorileo Leal (PMDB) e Guilherme Maluf (PSDB) e com grandes possibilidades de haver segundo turno, a exemplo do que se registrou em 2008. O cenário do momento é de polarização entre os 2 empresários.
Dorileo será mesmo candidato pelo PMDB. Ele avançou nas "costuras" políticas e agora fica feio recuar. Torce pela melhoria da popularidade do governador Silval Barbosa na Capital no embalo das obras da Copa-2014. O empresário quer casar sua imagem com a de Silval, explorando a necessidade de Cuiabá ter um prefeito em sintonia com o Palácio Paiaguás para facilitar novos investimentos.
Dorileo Leal E quais partidos vão estar no palanque peemedebista. Possivelmente o PR, o PC do B, o PSD e até o DEM e o PPS, embora todos conversem com todos nesta fase de muita articulação de bastidores. O PR tenta se firmar com o nome do vereador Francisco Vuolo, apostando em muitas candidaturas para dividir grupos e votos e provocar segundo turno. Mas, no fundo, o nome de Vuolo não passa de balão-de-ensaio. O PC do B, desesperado por cargos, deve seguir orientação do governador e apoiar Dorileo para continuar com espaço na máquina do Estado. O PSD, sob a batuta do deputado José Riva e do vice-governador Chico Daltro, está bem próximo do empresário do PMDB, assim como o DEM dos irmãos Jayme e Júlio Campos e o casal Roberto e Iraci França.
Lúdio Cabral Já o PT caiu fora da base de Dorileo. Está em outra. Vai de candidatura própria, seja com o vereador Lúdio Cabral, seja com a ex-senadora Serys Marly ou até com a ex-vereadora e sanfoneira Enelinda Scala. A decisão sai na prévia de 3 de junho. O nome de Lúdio e o projeto de candidatura própria no petismo foram estratégias dos governistas Ságuas Moraes, Alexandre Cesar e Carlos Abicalil para não caírem no colo de Dorileo.
Esses petistas da corrente majoritária seguem na bronca com o empresário porque, na época da candidatura de Alexandre a prefeito, o Grupo Gazeta, de Dorileo, bateu duro por causa do esquema de caixa 2 e de dívidas milionárias feitas e não honradas pela campanha do petista. Para eles, Alexandre só não derrotou Wilson Santos por causa do estrago causado pelas matérias negativas dos veículos de Dorileo. O trunfo, então, foi instigar o PT a ter candidatura própria, mesmo com nome sem a simpatia do bloco majoritário, tudo para não ter o gosto de subir no palanque do pré-candidato peemedebista.
Mauro Mendes Mauro Mendes caminha forte, embora em um partido pequeno e sem o poder da máquina. Lidera as pesquisas de intenção de voto. Ele conseguiu contornar crise interna no PSB com o deputado Valtenir Pereira e deve atrair o PDT do senador Pedro Taques e siglas que apoiaram-no para governador em 2010, como PV e PPS e até o DEM.
Com histórico de empresário bem sucedido, Mendes está mais habilidoso politicamente, experiente na militância e disposto a conversar com vários partidos e seus líderes, de modo a ampliar o arco de alianças. Ele vem de duas campanhas derrotadas, mas com boa votação, tanto para prefeito da Capital quanto para governador.
Guilherme Maluf Guilherme Maluf (PSDB) até parou de bater no prefeito Chico Galindo porque acredita que este deva apoiá-lo, inclusive com o peso da máquina municipal. Isso deve deixar a campanha mais barata, apesar dos porretes que tendem a levar no ombro por eventualmente se tornar candidato da situação. Ex-vereador, ex-secretário de Saúde e deputado estadual de segundo mandato, Maluf acredita na hipótese de ser espécie de fiel da balança numa campanha que tende a ficar polarizada entre Dorileo e Mendes. Outros possíveis candidatos vão entrar apenas para marcar posição, como Marcos Magno, do Psol. São conjecturas do momento, mas, como em política a coisa muda como nuvem, a definição de candidaturas e alianças só sairão mesmo nas convenções de junho.

Governadores da Amazônia Legal debatem propostas para Rio + 20

DEBATE | 26/03/2012 - 09:34

 

Patrícia Sanches

O governador Silval Barbosa (PMDB) participa nesta segunda (26), em Belém (PA), do Encontro de Governadores da Amazônia Legal. A ideia é formatar uma proposta, que reúna os interesses do bloco, a ser apresentada durante as conferências do Rio + 20, marcada para o período de 13 a 22 de junho, no Rio de Janeiro.
Na pauta de discussões estão a reforma tributária, questões ambientais e de infraestrutura da região. “Sempre conseguimos manter a unidade entre esses Estados. A expectativa é grande para mais esse encontro”, ressaltou Silval.
Participam dos debates os governantes do Pará, Amazonas, Acre, Roraima, Rondônia, Amapá, Maranhão, Tocantins e Mato Grosso. Esta é a segunda reunião preparatória para a criação da "agenda amazônica", com uma lista de demandas e objetivos, em comum, destas unidades federativas. O primeiro encontro aconteceu em maio do ano passado e a terceira e última reunião, que vai selar a proposta, ocorre em maio, no Acre.

Galindo enterra projeto de reeleição e vai avaliar apoio a Brito ou a Maluf

Cuiabá | 26/03/2012 - 08:20

 

 

Chico Galindo Chico Galindo está superando um dilema e já se depara com um outro. Mesmo sob pressão de assessores e do seu partido, o PTB, ele decidiu que não será candidato à reeleição. Agora, vive impasse sobre quem apoiar para o Palácio Alencastro. O curioso é que o prefeito da Capital, mesmo com alto índice de rejeição popular, avisa que fará o sucessor. Adianta que haverá surpresa na corrida sucessória, insinuando que lançará um nome até agora não divulgado pela imprensa. E quem será esse candidato da situação?
Analistas que têm conversado com o prefeito apontam duas possibilidades de se ter candidato apoiado pela máquina municipal. Um deles seria o secretário de Comunicação Carlos Brito, filiado ao PSD do deputado José Riva e do vice-governador Chico Daltro. Ex-vereador, ex-prefeito por 30 dias nos anos 1990, ex-deputado estadual e secretário de Estado, Brito se tornou homem de confiança de Galindo, mesmo com menos de dois meses no primeiro escalão. Nesse caso, o PTB poderia indicar nome para vice da chapa a ser encabeçada pelo PSD.
A outra hipótese seria Galindo escolher como candidato o deputado Guilherme Maluf, do PSDB. A relação do prefeito com o tucanato é estreita. Vem desde a campanha de 2008, quando Galindo se tornou vice do tucano Wilson, reeleito e que em 2010 renunciou ao mandato para concorrer, sem êxito, a governador. Vários tucanos continuam na administração petebista. Diante dessa expectativa de apoio, Maluf até recuou das críticas que vinha fazendo ao prefeito.
Desde já, Galindo descarta qualquer composição para subir no palanque de pré-candidatos como Dorileo Leal (PMDB) e Mauro Mendes (PSB) e muito menos da candidatura a ser escolhida pelo PT ou pelo DEM do ex-prefeito Roberto França e dos irmãos Júlio e Jayme Campos. São virtuais concorrentes que se identificam como opositores e que têm direcionados a metralhadora verbal contra a administração.
O objetivo do prefeito é conseguir concluir projetos que julga importante, como asfaltamento de 24 bairros dentro do Poeira Zero e melhorar setores essenciais, como saúde, e concluir o mandato com as contas equilibradas. Voltaria a concorrer a cargo eletivo em 2014, possivelmente a deputado federal ou a estadual, posto já ocupado antes de se tornar vice-prefeito.

sábado, 24 de março de 2012

Após 7 anos, Saúde estuda incluir fertilização in vitro no SUS em 2012

24/03/2012 08h48- Atualizado em 24/03/2012 08h56

 

Medida havia sido aprovada em 2005, mas foi suspensa 4 meses depois.
Grupo de trabalho do Ministério da Saúde analisa impacto financeiro.

Amanda RossiDo G1, em São Paulo

O Ministério da Saúde montou um grupo de trabalho para discutir a inclusão da fertilização in vitro na tabela do Sistema Único de Saúde (SUS) ainda em 2012 -- sete anos depois da primeira portaria que determinava o atendimento para casais que precisassem do procedimento. Se a medida for aprovada, será a primeira vez que o governo federal vai bancar os custos da mais eficiente forma de engravidar para quem tem problemas de fertilidade -- um procedimento que pode custar até R$ 50 mil por tentativa em médicos particulares.
A fertilização in vitro é uma técnica de reprodução assistida onde óvulo e espermatozoide são fecundados em laboratório. Depois, o embrião é implantado diretamente no útero na mãe. A técnica tem mais sucesso que a inseminação artificial, mas também é mais cara. Em clínicas particulares, o custo de uma tentativa gira em torno de R$ 15 mil a R$ 20 mil, mas pode ir a R$ 50 mil. A chance de engravidar na primeira tentativa é de 30%, dependendo da idade da mulher.
O Ministério da Saúde confirmou a intenção de colocar o procedimento na tabela do SUS até o fim do ano, mas não quis dar detalhes sobre como e exatamente quando isso iria acontecer. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, preferiu não comentar a movimentação no Ministério sobre o assunto. Segundo a assessoria de imprensa da pasta, estão sendo discutidos quais seriam os impactos financeiros da medida e onde seria implantado o serviço.
'Botijão' usado para armazenar embriões congelados (Foto: Divulgação/Programa Alfa Reprodução Assistida)'Botijão' usado para armazenar embriões
congelados (Foto: Divulgação/Programa Alfa
Reprodução Assistida)
No início de março, o Ministério da Saúde anunciou que estava estudando colocar técnicas de "reprodução assistida" no SUS, sem especificar exatamente qual delas. Ao G1, a assessoria confirmou que uma das técnicas em estudo é a fertilização in vitro.
Atualmente, são oferecidos pelo SUS 31 procedimentos de reprodução humana assistida -- a maioria, exames preparatórios para tratamentos mais complexos, como a própria fertilização.

A coordenadora do Centro de Ensino e Pesquisa em Reprodução Assistida do Hospital Regional da Asa Sul, de Brasília, Rosaly Rulli, faz parte do grupo de trabalho do Ministério. “Não está sendo discutido nada além da fertilização in vitro. O ministério já tem vários programas para o restante [das áreas da reprodução humana assistida], só a fertilização que não tem”, diz ela.
“Tivemos a primeira reunião no final de fevereiro. Agora, há outra reunião marcada para abril. Estamos avançando”, conta. O hospital é referência em fertilização in vitro gratuita, com verbas do governo do Distrito Federal.
A primeira vez que surgiu a possibilidade de colocar a fertilização no SUS foi em março de 2005, quando o Ministério publicou uma portaria que determinava o oferecimento da fertilização pelo SUS a pessoas com dificuldade para ter filhos. Quatro meses depois, ela foi suspensa para a avaliação dos impactos financeiros.
“A grande dificuldade foi [a falta de] recursos. Esse é um tipo de tratamento que tem um custo elevado. Quando fomos debater a política com estados e municípios, houve um movimento muito forte que pontuou que isso não era prioridade”, lembra o senador Humberto Costa, que era ministro da Saúde em 2005, quando o programa foi lançado.
“Hoje há uma demanda cada vez maior da sociedade. Além disso, ao longo destes últimos anos, muitas coisas que eram consideradas prioridades já foram contempladas por recursos da área da saúde. Acredito que hoje não existiria o mesmo tipo de resistência [para a inclusão da fertilização in vitro no SUS]”, opina Costa.
Infográfico fertilização in vitro (Foto: G1)
Atualmente, existem pelo menos oito hospitais que realizam a fertilização in vitro de forma gratuita, custeada por secretarias estaduais de saúde e orçamentos próprios de universidades. De acordo com levantamento realizado pelo G1, cada ciclo de fertilização in vitro custa para os cofres públicos entre R$ 2,5 mil e R$ 12 mil, dependendo do hospital onde é realizado.
Hospitais
Uma das possibilidades para atendimento via SUS é reembolsar esses centros de reprodução assistida que já oferecem fertilização in vitro de forma gratuita. Espalhados por São Paulo, Brasília, Recife, Belo Horizonte e Porto Alegre, pelo menos oito hospitais realizam cerca de duas mil fertilizações por ano – enquanto a iniciativa privada realiza entre 25 e 30 mil, segundo a Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida.
“Estou confiante de que a fertilização in vitro será incluída no SUS este ano. Acredito que o Ministério da Saúde vai repassar estes recursos, para que serviços que já estão estruturados passem a dar vazão à demanda”, afirma Luiz Henrique Gebrim, diretor do Hospital Pérola Byington, em São Paulo, referência nacional na fertilização in vitro na rede pública. O hospital acaba de ampliar a infraestrutura na expectativa de realizar mais procedimentos e também poderia, segundo Gebrim, contribuir com o treinamento de médicos de outros estados.
Onde fazer
Em alguns dos hospitais que já oferecem a fertilização in vitro na rede pública, todo o tratamento é gratuito. Na maioria, no entanto, o casal precisa custear medicamentos para estimular a ovulação e a maturação dos óvulos. Os gastos variam de R$ 3 a R$ 10 mil, segundo os centros de reprodução assistida que oferecem o serviço.
Para ter acesso ao tratamento, os casais precisam passar por uma série de exames que verifiquem que a fertilização in vitro é a única opção para ter filhos. O tempo de espera pode ser de anos. Segundo gestores de programas de fertilização ouvidos pelo G1, a inclusão da fertilização in vitro na tabela do SUS possibilitaria a ampliação de vagas e diminuiria o tempo na fila.
“O Hospital das Clínicas da UFMG há muitos anos se vira para oferecer o tratamento gratuitamente e temos uma fila muito grande. A única forma de aumentar [o número de ciclos de fertilização in vitro] seria com o financiamento do SUS”, diz Francisco de Assis Nunes Pereira, subcoordenador do laboratório de reprodução humana do HC da UFMG.
Veja abaixo informações sobre os hospitais que realizam fertilização in vitro na rede pública.
SÃO PAULO
Centro de Referência em Saúde da Mulher do Hospital Pérola Byington
Ciclos de fertilização realizados por ano: 300
Taxa de sucesso de gestação: 30%
Critérios para entrar na fila de espera: a mulher tem que ter produção de óvulos e o homem produção própria de espermatozóide; a mulher também tem que ter até 35 anos.
Características do atendimento: completamente gratuito.
Hospital Universitário de Ribeirão Preto
Ciclos de fertilização realizados por ano: 450
Taxa de sucesso de gestação: 30%
Critérios para entrar na fila de espera: ter avaliação básica e diagnóstico realizado na rede SUS; idades mais avançadas , pelo fato de ter menor resposta, não são priorizadas, em função da demanda.
Características do atendimento: a fertilização in vitro é gratuita, mas o paciente precisa comprar parte da medicação - o restante é fornecido pelo hospital.
Hospital Universitário da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)
Ciclos de fertilizações realizados por ano: 500
Taxa de sucesso de gestação: de 30 a 40%
Critérios para entrar na fila de espera: não há restrição de idade ou local de origem
Características do atendimento: a fertilização in vitro é gratuita, mas o paciente precisa comprar a medicação.
Hospital das Clínicas de São Paulo
Ciclos de fertilizações realizados por ano: 600
Taxa de sucesso de gestação: não informada.
Critérios para entrar na fila de espera: não informados.
Características do atendimento: não informados.
BRASÍLIA
Centro de Reprodução Assistida do Hospital Regional da Asa Sul (HRAS)
Ciclos de fertilização realizados por ano: 250
Taxa de sucesso de gestação: 32%
Critérios para entrar na fila de espera: encaminhamento de centros de saúde públicos que diagnosticaram necessidade de fertilização in vitro.
Características do atendimento: completamente gratuito.
RECIFE
Instituto Materno Infantil de Pernambuco (IMIP)
Ciclos de fertilização realizados por ano: 60
Taxa de sucesso de gestação: em torno de 35%
Critérios para entrar na fila de espera: não há restrição de idade ou local de origem; é analisada a reserva ovariana da paciente, ou seja, o que o ovário pode oferecer de óvulos.
Características do atendimento: completamente gratuito.
BELO HORIZONTE
Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
Ciclos de fertilização realizados por ano: 220
Taxa de sucesso de gestação: de 10 a 50%
Critérios para entrar na fila de espera: encaminhamento da rede de saúde municipal de saúde pública de Belo Horizonte.
Características do atendimento: a fertilização in vitro é gratuita, mas o paciente precisa comprar a medicação.
PORTO ALEGRE
Hospital de Clínicas de Porto Alegre
Ciclos de fertilização realizados por ano: 250
Taxa de sucesso de gestação: 25 a 30%
Critérios para entrar na fila de espera: ter menos de 35 anos na chegada à fila de espera e não ser portador de doenças virais (hepatite B, C, HIV, HTLV I/II)
Características do atendimento: a fertilização in vitro é gratuita, mas o paciente precisa comprar a medicação.
Hospital Fêmina do Grupo Hospitalar Conceição
Ciclos de fertilização realizados por ano: primeira fertilização está prevista para maio de 2012 e a estimativa é realizar cerca de 120 ciclos por ano.
Critérios para entrar na fila de espera: serão definidos em março.
Características do atendimento: a fertilização in vitro será gratuita e o hospital está buscando formas de viabilizar a gratuidade dos medicamentos.